Férias
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Pulseiras do Sexo - Um alerta
Os mais atentos já notaram que adolescentes vêm incrementando o visual com mais um item: uma colorida pulseira de plástico. O objeto parece inocente. Mas, na realidade, é um código para experiências sexuais, onde cada cor significa um grau de intimidade, desde um abraço até o sexo propriamente dito.
As pulseirinhas de silicone, agora promovidas “a pulseiras do sexo”, geraram o maior burburinho desde que começaram a aparecer. Alguns nem imaginam do que se trata. A moda, iniciada na Inglaterra, se disseminou pelo mundo, principalmente via internet, e é febre também dentro das escolas.
Quem usa as pulseiras está automaticamente participando de um tipo de jogo (o Snap), que funciona assim: uns tentam arrebentar a pulseira do outro. Aquele que consegue ganha o direito ao “ato” ao qual a cor da pulseira corresponde. As “prendas” vão desde um carinho até uma atividade sexual.
Alerta
Há pais que já ligaram o sinal de alerta. E muitos ficam chocados quando descobrem que a pulseira usada pelo filho serve para esse tipo de “brincadeira”. “Quantas mães não sabem do significado dessas ‘inocentes’ pulseirinhas e estão deixando as filhas e filhos usarem? Os pais precisam tomar uma atitude”, desabafou a mãe de um adolescente de 12 anos que usa várias pulseiras.
A psicóloga Adriana Müller acredita que, para os pais, o melhor nessas horas é um diálogo franco com os filhos, explicando a eles os perigos associados a essa brincadeira. “Eles devem comparar esse problema com os valores defendidos pela família e criar limites para seus filhos”, aconselha. (Vitor Ferri)
Errata!
Ler histórias sem conhecer as letras
Livro e iPhone
Os criativos japoneses do Mobile Art Lab mais uma vez vieram com uma idéia pra lá de bacana… O PhoneBook não é nada além de um telefone combinado com um livro.

Você pega um livro feito especialmente para isso, coloca o i-Phone na janelinha e dá play no video ao mesmo tempo em que vira as páginas. Parece complicado, mas na verdade é muito simples!!! Olha só o video demonstrativo…
Redação que venceu o concurso da UNESCO (Repassando)
"Como Vencer a Pobreza e a desigualdade"
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Você sabe se a Lua está Crescente ou Minguante, só de olhar pra ela?
Queridos Amigos,
Hoje quando eu vinha de carro com meu esposo, olhei para o céu e vi a lua minguante, pensei: "Será minguante?!"
Quando chego em casa, recebi no twitter este artigo interessante do IG educação que veio bem acalhar rsrs e agora repasso a vocês.
Espero que gostem!
Bjos!
18/11 - 18:45
Daniel R. Soler
Caríssimo leitor, eu lhe pergunto: nesta foto abaixo, a Lua está na fase Crescente ou na fase Minguante?
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Se você for um especialista nas crateras da Lua, só de olhar para aquelas que estão visíveis na foto, saberá a resposta rapidamente. Mas se você não é, eu lhe dou a resposta: nesta foto a Lua está Minguante, e ela foi tirada de um local no hemisfério norte da Terra.
Falar se a Lua está Crescente ou Minguante, numa foto como essa, é algo bem complicado. Mas se a Lua estiver ao vivo no céu, é bem fácil dizer em qual fase que ela está.
Bom, quanto à Lua Cheia ou à Lua Nova é tranquilo, não é mesmo? O aspecto dessas duas fases é inconfundível: na Lua Cheia, vemos um disco completamente iluminado; e na Lua Nova... não vemos nada! Nesta fase a luz do Sol ilumina justamente a metade da Lua que não está virada pra Terra. Mas ainda vamos falar mais sobre essas duas fases logo adiante.
A confusão fica mesmo por conta das fases Crescente e Minguante. Vou dar uma dica, que na maioria das vezes ajuda a "matar" a questão rapidamente. Para observadores no hemisfério sul, vale a "regrinha" de que quando a Lua fica com forma "C", ela está "C"rescente, e que quando está com forma de "D", ela está "D"ecrescente, ou Minguante.
Mas note que isso só vale no hemisfério sul: se você e um amigo que esteja nos EUA, por exemplo, estiverem se falando pelo telefone e estiverem observando a Lua ao mesmo tempo, um dirá que está vendo a Lua como um "C", e o outro como um "D". Isto acontece porque a Terra é redonda, e portanto vocês dois estarão, literalmente, de ponta cabeça um para o outro (pois é... pare pra pensar um pouco a respeito!).
É claro que esta regra não é muito precisa, ate porque dependendo do horário e da posição da Lua, ela pode parecer mais com um "U", ou com uma metade de "m" minúsculo. Mas é importante que você procure estar de frente para o ponto cardeal Norte. Assim como discutimos sobre a visibilidade dos planetas a olho nu, os planetas, o Sol, e a Lua tendem a estar mais próximos do ponto cardeal Norte do que do Sul, para observadores do hemisfério sul. Se você mora numa cidade próxima ao Equador terrestre, aí verá todos esses astros sempre no alto do céu, de maneira que essa "regrinha" do "C" e do "D" realmente não chega a ser lá muito útil.
Mas sabe onde você encontrará a melhor informação pra saber em que fase está a Lua? No seu próprio relógio! Acontece que os horários em que a Lua nasce, se põe, e está no alto do céu estão diretamente relacionados à fase em que ela se encontra.
fonte: IG Educação
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Mostra Folclórica
Olá!
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Como fazer e usar o TWITTER
Especial Twitter – parte 1
O que é o Twitter?
É uma ferramenta de microblogging misturada com rede social, ou como diria a Wikipedia, a enciclopédia livre da internet:
Twitter é uma rede social e servidor para microblogging que permite aos usuários que enviem e leiam atualizações pessoais de outros contatos (em textos de até 140 caracteres, conhecidos como "tweets"), através da própria Web, por SMS e por softwares específicos.
Por que são só 140 caracteres?
O número permite que você use o serviço pelo SMS do seu celular.
Como eu faço para criar minha conta no Twitter e sair usando?
- Entre em www.twitter.com
- Clique em Sign Up Now
- Em Full Name coloque seu nome completo e em username seu nome de usuário, você precisa criar um como se fosse um e-mail. Depois coloque uma senha, seu endereço de e-mail e digite as palavras que aparecem no desenho, como no exemplo mostrado abaixo:

O que são seguidos e seguidores?
Seguidos são as pessoas que você escolheu para acompanhar no Twitter. Se por exemplo você quiser seguir meu perfil. Você entra em www.twitter.com/flaviacapy e clica em follow e pronto, tudo que eu escrever no meu Twitter aparece pra você também. Assim você estará me seguindo e será ao mesmo tempo minha seguidora.
Especial Twitter – parte 2
O que é Reply, RT e DM?
Reply é quando você responde uma mensagem de alguém. O nome desta pessoa que vai ser respondida aparece no começo da frase e com o sinal de arroba “@”. Por exemplo, se o leitor for me mandar uma mensagem pelo Twitter deve escrever “@flaviacapy” - sem aspas. Se @nomedousuário não aparece no começo, mas no meio da frase é chamado de menção.
RT é uma abreviação de Retwit e é quando você recebe uma mensagem de alguém e resolve encaminhar para todos seus seguidores. É só colocar a expressão RT antes da mensagem: “RT @armindoferreira leia a revista Gloss.”
DM é a abreviação de Direct Message e é quando você manda uma mensagem direta para alguém. Esta mensagem só aparece para quem você mandou. Mas para enviar uma DM é necessário que você siga a pessoa e que esta pessoa siga você. Senão vai dar erro.
Mas afinal de contas para que serve o Twitter?
A pergunta inicial do programa é o que você está fazendo agora, mas você pode dizer o que está pensando, ou ainda colocar dicas de sites legais ou o que mais der vontade, desde que você não incomode seus seguidores.

Empresas também podem usar o Twitter?
Sim! Não há restrições quanto ao uso de pessoas jurídicas. Algumas empresas inclusive estão usando a plataforma para fazer promoções e fechar negócios. O Submarino é um bom exemplo:

Fonte: Revista Gloss online
Marcadores: Twitter
A Expulsão da Estudante Geisy
Essa história da da explusão da aluna da Uniban já virou novela. Primeiro a Uniban expulsa a moça, o Mec pede explicações, depois a Uniban volta atrás. Primeiro a moça diz que não vai se eximir de sua culpa, depois diz que a universidade a fez sentir-se culpada.
Minha opinião?
Sou a favor da liberdade e da moderação, se houve exageros por parte da moça, não justifica a atitude da universidade. Esta buscou como melhor saída a expulsão, mas onde fica o espaço para o diálogo tão propagado no meio educacional?
Fica ai a reflexão, para repensarmos as atitudes como educadores frente a situações polêmicas que podem surgir no ambiente educacional. Falta expaço para discussões...
Pra quem quiser saber mais sobre o caso, pode acompanhar pelo IG
Nem tudo sobre a educação é verdade
Nem tudo sobre a educação é verdade; veja lista de estudos sobre falsas soluções
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FABIANA REWALD
da Folha de S.Paulo
Para melhorar a educação no Brasil basta investir mais, aumentar o salário dos professores e treiná-los constantemente, além de melhorar a infraestrutura das escolas, certo?
Errado. Diversos estudos nacionais e internacionais mostram que as "soluções" acima, na verdade, não passam de mitos. São questões importantes para um projeto de longo prazo, mas que por si só não promovem melhoria na educação.
Leia o artigo inteiro em: http://www1.folha.uol.com.br/folha/educacao/ult305u648162.shtml
Indicação de Artigo: Outubro, mês dos professores: um balanço
Outubro, mês dos professores: um balanço
Por Gabriel Perissé
http://observatorio.ultimosegundo.ig.com.br/artigos.asp?cod=562CID004
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Zona Cinzenta
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No ambiente das redes sociais, as dúvidas éticas foram elevadas ao patamar 2.0. Neste local sem hierarquia, o professor não é uma figura que centraliza as atenções, como acontece em sala de aula. Ele é mais um nas fotos do grupo de "amigos" do Facebook, Orkut, MySpace, entre outras redes por onde os alunos transitam. Nesse quase anonimato, os docentes podem circular por galerias de fotos e recados, e, assim, terem acesso a informações que talvez não chegassem à sala de aula. Mas se por um lado essa aproximação pode estreitar laços entre aluno e professor, pode também transformar o docente em testemunha de atos de conduta questionável ou ilícita - como aconteceu com a professora Marta. São atitudes que vão da admissão em recados ou em comunidades da prática de cola em avaliações até ameaças de organização de brigas entre gangues, tudo isso praticado on-line.
A violência virtual, aliás, cresce na mesma velocidade que o avanço tecnológico. Uma pesquisa divulgada em maio último, e desenvolvida pela Rede de Informação Tecnológica Latino-Americana (Ritla), em parceria com a Secretaria de Educação do Distrito Federal (Sedf-GDF), mapeou a cena virtual. Dos cerca de 10 mil jovens ouvidos, que estudam em 84 escolas da rede pública de ensino do Distrito Federal, mais de um terço (36,5%) afirma já ter sofrido ciberviolência, e 17,3% já o praticaram. Entre as práticas mais violentas na web, os xingamentos foram os mais comuns (18,3% dos alunos afirmam ter sofrido e 8,4%, praticado), seguidos por invasão de e-mail (13,6% dos alunos já sofreram; 4,4% já praticaram) e fazer-se passar por outra pessoa (12,7 % e e 8,2%, respectivamente). Postura
Assim como grande parte dos alunos demonstrou ainda pouco conhecimento sobre as dimensões e consequências dos riscos relacionados ao uso da internet, a pesquisa da Ritla no Distrito Federal constatou também que poucos educadores já refletiram sobre o assunto para escolher qual a melhor forma de orientar os alunos para que façam um uso mais seguro da internet.
Depois de ter contato com os casos virtuais de violência e com atos eticamente questionáveis, a professora Marta decidiu tomar iniciativas no mundo real: conversou, em primeiro lugar, com os alunos envolvidos. Depois, com a direção, demais colegas e só então com os adultos responsáveis pelos adolescedntes. "Alguns casos foram inclusive encaminhados para o Conselho Tutelar e/ou para a Vara da Infância e da Juventude", conta.
Mas a decisão da professora, de agir em função dos comportamentos sobre os quais tomou conhecimento via internet, não é aceita consensualmente entre seus pares. A discussão parece ainda incipiente. O que o professor deve fazer diante de uma cena de crime virtual: entrar em contato somente com o próprio aluno envolvido para discutir a atitude? Denunciar o caso para a direção da escola ou mesmo avisar a polícia? Ou deixar essas informações restritas ao ambiente virtual?
"Demos a ferramenta, mas não ensinamos ninguém a usar", diz a advogada Patrícia Peck, especializada em direito digital, sobre as redes sociais. Ela lembra que o fato de a Justiça já levar para o mundo real casos ilícitos do universo virtual obriga também a escola e os profissionais de educação a se informar sobre o tema. Diante de casos graves de crime ou ameaça, o professor que acessou página com essa informação e não tomou nenhuma providencia a respeito pode ser considerado copartícipe, e responder por isso judicialmente. "Quem cala consente. Digitalmente também. O compartilhamento de informações deu origem a uma solidariedade digital, que pode ser muito perigosa. Assim, a partir do momento que o professor tomou contato com um caso ilícito, ele não tem mais posição isenta", alerta a profissional. Nesse caso, a posição do professor equivale à de qualquer cidadão que tome conhecimento de um ato ilícito.
Em casos de desvios de conduta, seja ela de qualquer gravidade, Patrícia Peck acredita que a melhor atitude que um docente pode tomar é orientar para uma postura mais adequada ao aluno usando a mesma ferramenta virtual. "Ele pode enviar mensagem para todos os membros da comunidade, ou orientar o autor da ofensa em particular. Dessa forma, não poderá ser acusado de conivência." A atitude do professor, lembra Peck, também deve ser cuidadosa desde o início da interação para que não dê brechas para interpretações equivocadas sobre assédio sexual ou pedofilia.
Patrícia acredita que, mais do que se garantir do ponto de vista legal, cabe ao professor orientar os educandos, mesmo fora do espaço escolar: "Faz parte do papel dele orientar seus alunos mesmo que isso ultrapasse o perímetro da escola. O professor precisa deixar claro ao estudante que mesmo uma brincadeira de mau gosto postada na web gera responsabilidade de seu autor", diz.
Foi o que aconteceu certa vez no Colégio Bandeirantes, conta a professora Cristiana Assumpção, coordenadora de Tecnologia Educacional. Uma aluna criou a comunidade Gossip Girl, no Orkut. Assim como a narradora do seriado homônimo da TV fechada, a estudante também anonimamente fazia fofocas sobre os namoricos do colégio. Cristiana entrou na comunidade por meio da sua página pessoal e deixou recado indicando que aquela era uma atitude reprovável. Ao fim, pediu que a comunidade fosse excluída. Embora a identidade da aluna nunca tenha sido revelada, o pedido foi atendido. "Mesmo sendo uma ação fora da escola, o acesso às redes sociais faz parte da educação do aluno. A escola precisa se envolver", analisa Cristiana, que coordena curso específico de ética e cidadania digital no colégio.
Apoio
Um fator que tende a pesar na postura é a posição da instituição em que trabalha. Foi justamente pelo apoio que recebeu da direção de sua escola que o professor Verner Everton Carmona começou um trabalho de mobilização junto aos alunos sobre os perigos da internet, a importância de preservar sua reputação virtual, deixando de lado atitudes de flagrante desrespeito aos colegas de classe ou aos funcionários, direção ou professores. Tudo começou neste ano, quando um aluno do ensino fundamental da rede pública da Santa Gertrudes (SP), cidade onde leciona em três escolas municipais, "hackeou" a comunidade "Amamos o Prof. Verner", existente há quase cinco anos no Orkut e com cerca de 315 participantes, e mudou o nome dela para "Odeamos o Prof. Verner". Assim mesmo, com erro e tudo.
O professor encaminhou ofício para a direção para que chamasse os pais do suposto aluno envolvido para esclarecer o que houve. Ficou claro que o aluno envolvido teve a senha do perfil na comunidade clonado. Com o auxílio do professor de informática da escola, o aluno fez uma denúncia do próprio perfil na rede social. Felizmente, a comunidade foi excluída.
Casos como este revelam o cuidado que professor e escola devem tomar em situações de fraudes envolvendo identidades dos perfis dos alunos, para que injustiças não sejam cometidas. Não se deve considerar a informação postada no ambiente da web como verdade e sair punindo o aluno que informou e os que ele denunciou, por exemplo, sem uma investigação ampla sobre o fato. Além disso, o professor deve avaliar se se sente seguro para fazer uma intervenção direta, via rede, de orientação para o aluno:
"Ele precisa saber se é pertinente, afinal, outros alunos verão também a mensagem, dependendo de onde for postada", alerta Priscila Gonsales, coordenadora-executiva do Programa EducaRede no Brasil, que tem rede social educativa com mais de sete mil membros, administrada pela Fundação Telefônica.
Para a educadora, a escola pode ser mais rígida ou prezar mais o diálogo direto - tanto faz. O que importa é que a instituição se envolva com essa nova ordem educacional virtual, senão ela vai ficar sem saber como se posicionar diante de um caso de desrespeito via web. "É muito cômodo a escola achar que não tem nada a ver com isso. Ela tem de estar no mundo, não é elemento isolado", diz.
Já a professora Vani Kenski, autora do livro Educação e tecnologias: o novo ritmo da informação (Ed. Papirus), é mais descrente com a postura das escolas frente às novidades tecnológicas: "Não há uma apropriação dessa realidade na organização fechada e duramente oficializada e fiscalizada segundo a politica e a legislação educacional anacrônicas que temos. Dessa forma, mesmo que o professor esteja 'ligado' nessa nova realidade social e cultural, não tem espaço nem tempo na escola para lidar de forma significativa com essas questões. Algumas iniciativas pontuais e exemplares são feitas por alguns professores, mas são exceção e pouco repercutem na comunidade educacional da escola ou no contexto educacional mais amplo", diz.
A apatia da categoria é confirmada por Luiz Gonzaga de Oliveira Pinto, presidente do Sindicato de Especialistas de Educação do Magistério Oficial do Estado de São Paulo: até hoje nenhum pedido de orientação ou questionamento sobre questões éticas ligadas à internet chegou ao sindicato.
Um monitoramento constante das ações extraescola dos alunos deveria ser feito por uma equipe especializada dentro da unidade escolar para traçar e/ou conhecer determinados perfis, na opinião do professor João Rafael Moraes de Oliveira, que leciona desde 2007 na rede estadual paulista. "No entanto, os profissionais da educação não estão preparados, e acredito que nem seja do interesse deles trabalhar questões extra-classe. Nesse sentido, trabalha-se num terreno desconhecido, do 'eu acho'", diz.
Aproximação
Mas nem só de reveses é formada a relação virtual entre professor e aluno. O contato on-line pode ser uma boa chance para o professor dar uma atenção individualizada ao jovem, o que é mais difícil numa sala povoada por 50 alunos. A professora Carlyne Paiva, que dá aulas de português na rede municipal paulistana há quatro anos, tem cerca de 400 amigos virtuais, dos quais 80% são alunos. Ela defende o recurso.
"O Orkut me aproxima dos alunos e melhora a relação em sala de aula. 'Entro' na casa deles, conheço a família, as condições sociais por meio de fotos, alguns de seus pensamentos. Isso torna a relação aluno-professor mais profunda. Por outro lado, eles podem perceber que sou 'tão gente' quanto eles, quebrando o paradigma de professora e, por incrível que pareça, minha relação com o aluno melhora bastante quando ele se torna meu 'amigo' no Orkut. São inúmeros os casos de alunos violentos ou agressivos que mudaram de comportamento em minha aula", conta.
Dessa forma, é fundamental tratar a internet como espaço social real em que é possível aprender, ensinar, descobrir, mas onde também direitos e privacidade alheios são violados, comprometendo profundamente a socialização e o bem-estar de seus usuários. Quando a escola e o professor entenderem isso, ficará mais fácil discutir as diretrizes possíveis.
Fonte: http://revistaeducacao.uol.com.br/textos.asp?codigo=12781
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JOGUINHOS QUE ENSINAM
O que a tecnologia faz pela gente é muito especial!
Ao invés que ficar lendo e tentando decorar, quetal um joguinho pra animar a aprender as novas regras ortográficas?
Ai vai dois joguinhos pra ajudar a entender as novas regras.
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Docência Compartilhada 2 - Primavera
Olá!
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Docência Compartilhada 1 - Blocos Lógicos Geométricos
É claro que eu não pude deixar de registrar tudo com minha máquina fotográfica digital, que aliás as crianças adoram!
Vou colocar aqui para vocês algumas fotos e a descrição das atividades. Espero que gostem!
As crianças farão a manipulação dos blocos lógicos livremente para reconhecimento do material concreto, enquanto o professor observa sem fazer interferências.
* Pra atividade ficar mais divertida, afinal são 30 aluninhos, levei tampinhas de garrafa para complementar a atividade de identificação das cores :-)
Os objetivos do meu plano de aula foram:
• Conhecer fisicamente o material concreto blocos lógicos pela livre manipulação;
• Propiciar a observação das figuras geométricas (quadrado, retângulo, círculo e triângulo);
• Identificar os dos atributos de cada peça do material concreto( cor, tamanho, forma, espessura);
• Introduzir operações lógicas como classificação e ordenação;
• Propiciar a interação entre os alunos, o trabalho em grupo, a comunicação, a criatividade e a ludicidade.
A tia Bete me disse que adorou a aula e que vai dar continuidade com as crianças. E eu fiquei super feliz de, além de participar do aprendizado delas, aprender com elas.
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